Gestão de Riscos avança no ambiente corporativo

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017 às 14:01:23

O cenário complexo e desafiador, tanto econômico quanto de negócios, tem motivado as empresas do País a buscarem fortalecer seus diversos aspectos de Governança, com maior foco na gestão de riscos. Segundo pesquisa recente realizada pela Deloitte, oito em cada dez participantes pontuaram ter um interesse maior pelo desenvolvimento e pela transformação do processo de gestão de riscos em comparação com a edição anterior (2015).

“A alta administração das empresas tem procurado conhecer melhor e monitorar mais de perto os riscos empresariais, respondendo às mudanças e incertezas do ambiente de negócios. Este resultado expressa um desejo das empresas de transformarem o processo de gestão de riscos, considerando desafios regulatórios, comerciais e de transparência e as elevadas expectativas de seus públicos de interesse”, declara Ronaldo Fragoso, sócio-líder da área de Risk Advisory da Deloitte no Brasil.

O executivo explica que a pesquisa reforça o conceito de que processos estruturados para a gestão de riscos são fundamentais para assegurar a conformidade das empresas diante de um momento complexo. “Mais do que isso: contribuem de forma efetiva para o propósito, o crescimento sustentável e a perenidade das organizações”.

AVANÇO DO COMPLIANCE

A pesquisa aponta que as organizações têm se preocupado em estruturar uma prática dedicada ao Compliance para lidar com os desafios de regulamentação e conformidade, possivelmente como reação aos casos recentes de investigação a supostas iniciativas de corrupção tornadas públicas.

No levantamento, 77% dos respondentes disseram que as empresas que representam possuem uma área dedicada a Compliance. Apesar disso, apenas pouco mais da metade (51%) analisa que suas corporações se consideram organizadas para a gestão estratégica de riscos.

“Esse resultado indica que há um desafio importante para as empresas, que precisam incorporar estruturas organizadas e definidas para a gestão de riscos empresariais, com o objetivo de evitar exposição a ameaças pela falta de preparo nessa área”, explica Fragoso.

GESTÃO DE RISCO: PRIORIDADES

estudo da Deloitte engloba cinco pilares dos riscos empresariais: estratégicos, regulatórios, financeiros, operacionais e cibernéticos. “Cada um desses segmentos precisa ser acompanhado e avaliado de acordo com o tipo de exposição específico a que cada empresa está sujeita, pois a gestão de riscos é uma função multifacetada, que deve ser vista de maneira particularizada dentro das organizações”, alerta Ronaldo Fragoso. Mais da metade dos respondentes afirmou que é alto o grau de maturidade para enfrentar os riscos financeiros e regulatórios. Na outra ponta, os riscos cibernéticos são considerados como os menos bem geridos pelas empresas.

“As questões financeira e regulatória já estão bem incorporadas à rotina gerencial das organizações. Por outro lado, os riscos cibernéticos são algo novo, que exigem apoio especializado para serem enfrentados, preparação, investimentos e muita agilidade nas respostas, o que os torna um grande desafio a ser suplantado pelas organizações”, pondera Ronaldo Fragoso.

GESTÃO DE RISCOS AVANÇA NO AMBIENTE CORPORATIVO

O cenário complexo e desafiador, tanto econômico quanto de negócios, tem motivado as empresas do País a buscarem fortalecer seus diversos aspectos de Governança, com maior foco na gestão de riscos. Segundo pesquisa recente realizada pela Deloitte, oito em cada dez participantes pontuaram ter um interesse maior pelo desenvolvimento e pela transformação do processo de gestão de riscos em comparação com a edição anterior (2015).

“A alta administração das empresas tem procurado conhecer melhor e monitorar mais de perto os riscos empresariais, respondendo às mudanças e incertezas do ambiente de negócios. Este resultado expressa um desejo das empresas de transformarem o processo de gestão de riscos, considerando desafios regulatórios, comerciais e de transparência e as elevadas expectativas de seus públicos de interesse”, declara Ronaldo Fragoso, sócio-líder da área de Risk Advisory da Deloitte no Brasil.

O executivo explica que a pesquisa reforça o conceito de que processos estruturados para a gestão de riscos são fundamentais para assegurar a conformidade das empresas diante de um momento complexo. “Mais do que isso: contribuem de forma efetiva para o propósito, o crescimento sustentável e a perenidade das organizações”.

AVANÇO DO COMPLIANCE

A pesquisa aponta que as organizações têm se preocupado em estruturar uma prática dedicada ao Compliance para lidar com os desafios de regulamentação e conformidade, possivelmente como reação aos casos recentes de investigação a supostas iniciativas de corrupção tornadas públicas.

No levantamento, 77% dos respondentes disseram que as empresas que representam possuem uma área dedicada a Compliance. Apesar disso, apenas pouco mais da metade (51%) analisa que suas corporações se consideram organizadas para a gestão estratégica de riscos.

“Esse resultado indica que há um desafio importante para as empresas, que precisam incorporar estruturas organizadas e definidas para a gestão de riscos empresariais, com o objetivo de evitar exposição a ameaças pela falta de preparo nessa área”, explica Fragoso.

GESTÃO DE RISCO: PRIORIDADES

estudo da Deloitte engloba cinco pilares dos riscos empresariais: estratégicos, regulatórios, financeiros, operacionais e cibernéticos. “Cada um desses segmentos precisa ser acompanhado e avaliado de acordo com o tipo de exposição específico a que cada empresa está sujeita, pois a gestão de riscos é uma função multifacetada, que deve ser vista de maneira particularizada dentro das organizações”, alerta Ronaldo Fragoso. Mais da metade dos respondentes afirmou que é alto o grau de maturidade para enfrentar os riscos financeiros e regulatórios. Na outra ponta, os riscos cibernéticos são considerados como os menos bem geridos pelas empresas.

“As questões financeira e regulatória já estão bem incorporadas à rotina gerencial das organizações. Por outro lado, os riscos cibernéticos são algo novo, que exigem apoio especializado para serem enfrentados, preparação, investimentos e muita agilidade nas respostas, o que os torna um grande desafio a ser suplantado pelas organizações”, pondera Ronaldo Fragoso.

A pesquisa procurou, também, apurar quais atividades, dentro de cada modalidade de risco, têm demandado maior atenção das empresas respondentes:

  • Riscos financeiros: fluxo de caixa (92% das respostas), resultados e aspectos de conformidade contábil (91%), fiscal e tributária (91%) estão no topo da lista das principais categorias de riscos gerenciados. Em seguida, figuram temas de mercado: crédito (87%), juros nacionais (83%), câmbio (74%) e juros internacionais (71%).
  • Riscos regulatórios: o atendimento às regulamentações trabalhistas e setoriais está no foco do gerenciamento de riscos regulatórios, de acordo com o estudo (83% das respostas), como reflexo da complexidade do sistema regulatório brasileiro, bem como das leis trabalhistas do País.
  • Riscos operacionais: com 82% das respostas, a gestão eficiente dos riscos operacionais tem sido um dos principais instrumentos para a otimização contínua de custos, a melhoria da eficiência e da rentabilidade e o alinhamento à estratégia. A pesquisa mostrou ainda atenção aos riscos relacionados à conduta antiética e fraude (81%) e aderência às regras (80%).
  • Riscos estratégicos: os riscos de reputação e imagem estão no pódio da preocupação das empresas em relação aos riscos estratégicos (76% das respostas), reflexo da correlação direta que existe entre a sua materialização e a perda de valor da empresa.
  • Riscos cibernéticos: Conselhos de Administração e Comitês de Auditoria e Riscos acompanham com atenção a evolução da segurança cibernética em seus mercados. 72% dos respondentes do estudo afirmaram gerenciar riscos de segurança da informação.
  • Fonte: Deloitte Estado


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